Monday, 21 September 2015

Cloud Computing - IaaS, PaaS, SaaS?


 Saída de Emergência



Para os profissionais engajados na área de TI estes são termos comuns utilizados nas conversas diárias, porém quando visitamos alguns clientes notamos que estes termos causam dúvidas, desta forma quero compartilhar aqui as idéias gerais de cada um deles.



IaaS - Infrastructure as a Service (Infraestrutura como Serviço)
Modelo que define que a utilização da infraestrutura seja contratada como serviço, desta forma agrega algumas vantagens interessantes comparadas ao modelo de aquisição tradicional, como por exemplo o uso de máquinas virtuais ao invés da aquisição de servidores físicos. A aquisição de um servidor físico exige contratação de rack, ar-condicionado, grupo gerador de energia elétrica, no-break, roteador, firewall, link de dados, sistema operacional, software para backup, entre outros itens. Quando utilizado no modelo IaaS todos os itens de infraestrutura necessários para o perfeito funcionamento de um servidor são fornecidos em contrato de serviço de forma tal que você somente seja tarifado pelo recurso utilizado, um exemplo clássico é o disco rígido onde na compra de um servidor você deve optar entre 500GB, 1TB ou outro valor, isto independente de seu atual sistema exigir por exemplo apenas 40GB, ou seja, no modelo tradicional você é obrigado a realizar um investimento superior aquele que realmente irá consumir, já no modelo IaaS se sua aplicação neste instante utiliza apenas 40GB de disco rígido, você irá ser tarifado apenas por aquilo que usa. Como exemplo temos Google Compute Engine, que fornece máquinas virtuais de configuração flexível, que possuem tarifa por minuto de uso, sem qualquer contrato de permanência, Google Storage que disponibiliza armazenamento na nuvem com tarifa por uso de GigaBytes mensais, entre outros.

SaaS - Software as a Service (Software como Serviço)
Este é um modelo que prevê a contratação da utilização software e não da compra da licença de uso do software que encontramos nos modelos tradicionais. Desta forma apresenta muitas vantagens com relação ao modelo de aquisição tradicional, por exemplo, novas funcionalidades no software que em modelos tradicionais exige uma nova compra e em geral uma nova instalação, no modelo SaaS, caso uma nova função seja adicionada ao software contratado esta automaticamente faz parte do software em uso e raramente exige qualquer instalação ou reconfiguração. Outro ponto que entendo como importante, no modelo tradicional de aquisição de software, a licença de uso em geral está vinculada ao sistema ao qual este foi instalado, já no modelo SaaS o software em geral está vinculado a um usuário que o utiliza, independente do hardware que o usuário utilize em um determinado instante. Como exemplo posso citar o Google for Work, que é um exemplo de desktop virtual que agrega todos os softwares produtivos que ambientes de escritório necessitam, como email, video conferência, chat corporativo, editor de texto, planilhas, apresentações, armazenamento de arquivos, contato corporativo, intranet, e muito mais, sendo que a tarifa é realizada de forma mensal por usuário.

PaaS - Platform as a Service (Plataforma como Serviço)
O modelo PaaS utiliza características tanto do modelo IaaS, quanto do SaaS, em geral este modelo é utilizado quando no desenvolvimento de aplicações que exigem flexibilidade ou elasticidade, sem que o desenvolvedor tenha que se preocupar com componentes de infraestrutura ou software. Como exemplo podemos pensar em um pequeno desenvolvedor que cria uma determinada aplicação para um cliente com poucos usuários, sendo que esta aplicação consome poucos recursos de infraestrutura como acesso a banco de dados, baixo consumo de rede de dados, pouco processamento e pouca memória, porém após pouco tempo esta aplicação se torna um sucesso, exige muitos recursos de rede, passa a exigir tantos recursos de memória, processador e banco de dados, que do dia para a noite apenas uma máquina física não é mais suficiente, exigindo diversos servidores para suporte a aplicação e em consequência disto exigindo novos recursos, como balanceamento de servidores e balanceamento de aplicação. No modelo tradicional este cenário exige a mudança total de infraestrutura, exigindo em muitos casos até mesmo a mudança física, já no modelo PaaS o crescimento de acessos ou exigência de maiores recursos é realizado de forma automática, sem qualquer necessidade de mudança de softwares ou readequação de infraestrutura. Como exemplo para este modelo temos o Google App Engine que é uma plataforma que permite facilidade no desenvolvimento de aplicações, robustas e flexíveis, de forma que o desenvolvimento tenha o foco apenas na aplicação e não na infraestrutura de hardware e software que será demandada por esta.

Podemos dizer que estes modelos basicamente traduzem uma necessidade antiga de pequenas e médias empresas, porém que também se aplica perfeitamente as grandes, ou seja, eles trazem aos clientes um novo modelo de comercialização de hardware e software, que permite que os clientes sejam tarifados somente por aquilo que eles realmente precisam e utilizam em um determinado instante.

Nós da Saída de Emergência, entendemos que tecnologia é sempre para o apoio a decisão e apoio ao seu negócio, se deseja entender qual modelo melhor se aplica ao seu ambiente ou ao seu negócio fale conosco, pois conhecemos a melhor saída para cada caso e sobretudo nunca deixe de inovar, pois a inovação deve ser contínua e moderada, isto porque se ela não for contínua no momento que seu negócio exigir uma atualização ou evolução o salto em geral é muito grande causando prejuízo.

Não se esqueça, utilize sempre a sua Saída de Emergência!

Tuesday, 1 September 2015

TI Melhorando seus Negócios Durante a Crise


 Saída de Emergência

A receita para enfrentar a crise é inovar, inovar e inovar! Fomos inseridos para consultoria em TI para empresas do setor automotivo em meados de 2014, justamente quando este setor já enfrentava questões como restrição de crédito, valorização do dólar, inadimplência, entre outros... Mas a grande questão é, como crescer e inovar, tendo como base o baixo investimento com infraestrutura de TI e sistemas? Com o aniversário de primeiro ano de consultoria neste segmento, o resultado não poderia ser mais positivo, pois inovamos sistemas, inserimos novas plataformas produtivas e de comunicação, conseguimos manter todas a equipe de TI em nossos clientes e o melhor para os acionistas, redução mínima de 40% com custos de TI.
Como a receita para TI também é inovar, inovar e inovar, seguindo alguns princípios que entendemos como boa prática para qualquer momento de mercado, estando em crise ou não, conseguimos enfrentar a crise, reduzir custos, inovar sistemas e sobre tudo o negócio de nossos clientes.
  • Priorizar corretamente cada projeto
  • Acelerar a adoção de Computação em Nuvem
  • Redução de custos com licenciamentos de software
  • Renegociação de Contratos de TI e Telecom
  • Redução de Custos com Manutenção
  • Ajuste de SLA Real para Cada Linha de Negócio
Tomando como base simplesmente a adoção de computação em nuvem, cinco desses itens são diretamente abordados e a redução de custos é acima de 50%, quando o assunto é servidores, serviços e licenciamento e se engana quem pensa que redução de custos nesse segmento se refere a redução de qualidade, performance ou mesmo funcionalidades, na verdade sempre ganhamos em qualidade, performance e aumentamos as funcionalidades da infraestrutura e sistemas, quando adotamos o uso da computação em nuvem.

Deseja entender como um redimensionamento da TI pode reduzir custos e melhorar todo seu ambiente produtivo?

Fale conosco e utilize sempre a Saída de Emergência!